Mentoria de 3 meses pra você montar um show híbrido que soa grande — sem aumentar a banda, o custo da van, nem perder a humanidade da canção.
O som que tu imagina — camadas, texturas, massa sonora, um universo inteiro.
O som que tu consegue executar — sozinho, com a agenda e o bolso que tu tem.
O computador pode ser a ponte entre esses dois mundos. E eu te ajudo a construir essa ponte.
Não é sobre apertar play e fingir performance. Não é sobre virar produtor eletrônico. É sobre entender a tua realidade, os teus recursos, e usar a máquina pra imprimir massa sonora sem matar a espontaneidade da canção.
Dois deles tu já conhece bem. O terceiro é um atalho.
Nada de teoria solta. Cada método termina numa entrega concreta dentro do teu show.
Todo o conteúdo do S.E.T.U.P., S.E.T.L.I.S.T. e M.Á.Q.U.I.N.A. organizado pra você assistir no teu ritmo e voltar quantas vezes precisar.
Reuniões em grupo toda semana durante 3 meses pra trabalhar o teu show, destravar decisões e tirar dúvidas ao vivo. Turma limitada a 10 pessoas.
Você economiza comprando só o que realmente precisa — em vez de descobrir depois de gastar. Esse item sozinho já costuma pagar a mentoria.
Enxuto, de baixo custo, que você reproduz por dois ou três anos e recupera o investimento em cachês, bilheteria e merchandising.
No começo éramos uma banda de 5. Depois, um trio. Hoje somos o computador e eu — e o show soa maior do que quando éramos cinco. O caminho até aqui foi longo o suficiente pra eu saber onde estão os buracos.
Antes da turma começar, a gente senta pra eu conhecer o teu som, entender onde tu está e te dar as primeiras orientações. Você já entra no Laboratório sabendo por onde começar.
Disponível apenas para inscrições até amanhã, 23h59
Entrou e não gostou? Devolvo 100% do teu dinheiro, sem pergunta nenhuma. O risco de experimentar é meu, não teu.
E quando vai ser? Na maioria das vezes isso não é timing — é medo de não conseguir ou de não ficar bom. Eu serei um par de ouvidos extra justamente pra garantir que fique bom.
Tá tudo certo. Eu também venho da canção, não da engenharia. Aprendi na marra, tocando. A gente aprende junto, no teu ritmo e com o teu repertório.
O meu também não é. Ele é um híbrido experimental. O método não impõe estética: a gente adapta pra tua sonoridade, seja MPB, folk, rock ou canção de câmara.
Limitação técnica faz parte da estética independente brasileira desde sempre. A gente trabalha com o que tu tem e organiza a sessão pra rodar leve.
Pode acontecer — assim como pode faltar luz (já aconteceu comigo). Faz parte do currículo. A gente vai desenhar estratégias pra contornar esses pequenos desastres sem quebrar o show.
O ideal é focar a energia em um. Mas tudo bem: monta um show agora, aprende o processo, e depois replica pros outros projetos sozinho.
Serve pros dois. Minimalismo aqui não é limitação, é linguagem — e ela funciona pra solo, duo, trio ou qualquer formação que a imaginação sonhar.
Não é sobre tocar assim ou assado. É sobre construir uma identidade impossível de copiar — que viaja mais, circula melhor, cabe em edital e funciona tanto no SESC quanto no bar da esquina.
Entrar no Laboratório S.O.M.12x de R$ 165 · 15 dias de garantia